Segundo a Caixa Econômica Federal, os beneficiários poderão consultar a disponibilidade do Abono Salarial 2016/2017 a partir da 2º quinzena de Julho/2016. Ou seja, a partir do dia 15 julho de 2016 o trabalhador já vai poder consultar se tem direito ao beneficio, conforme calendário que deve ser divulgado no inicio do mês de julho.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Freelancer: MEI ou autônomo, qual o melhor?
Quem está pensando em largar o emprego com a
carteira assinada e partir para o mundo do freelancer tem várias aspirações. No
entanto, antes de fazer isso é preciso levar em conta uma série de questões.
Para quem pretende trabalhar como freelancer é possível escolher se quer continuar sendo pessoa física, autônomo, pessoa jurídica, microempreendedor individual (MEI) ou empreendedor pelo Simples Nacional. A escolha do tipo de contratação vai determinar a quantidade de impostos a serem pagos e também os benefícios que você, como “funcionário”, terá.
Para efeito de comparação, trabalhar como pessoa jurídica é mais barato do que ser autônomo ou assalariado. Isso porque o governo prefere que as pessoas abram empresas e saiam da informalidade. Além disso, como freelancer os descontos que aparecem no holerite podem ser menores, caso você seja um MEI.
Veja quanto custa ter a carteira de trabalho assinada, ser MEI, ou trabalhar como autônomo, com base nos impostos que todos são obrigados a pagar e escolha a melhor opção para você.
Para quem pretende trabalhar como freelancer é possível escolher se quer continuar sendo pessoa física, autônomo, pessoa jurídica, microempreendedor individual (MEI) ou empreendedor pelo Simples Nacional. A escolha do tipo de contratação vai determinar a quantidade de impostos a serem pagos e também os benefícios que você, como “funcionário”, terá.
Para efeito de comparação, trabalhar como pessoa jurídica é mais barato do que ser autônomo ou assalariado. Isso porque o governo prefere que as pessoas abram empresas e saiam da informalidade. Além disso, como freelancer os descontos que aparecem no holerite podem ser menores, caso você seja um MEI.
Veja quanto custa ter a carteira de trabalho assinada, ser MEI, ou trabalhar como autônomo, com base nos impostos que todos são obrigados a pagar e escolha a melhor opção para você.
- CARTEIRA ASSINADA
Ter a estabilidade que a carteira
assinada oferece aos funcionário não sai barato. Com este regime de
contratação, todo funcionário paga mensalmente uma porcentagem do salário para
o Instituto Nacional de Segurança Nacional (INSS). O Imposto de Renda (IR)
também é descontado do salario mensal, de acordo com uma tabela progressiva,
cuja porcentagem varia entre 7,5% e 27,5%. O valor aumenta segundo a renda.
Não é só o funcionário que tem custos, a empresa contratante também. Todo mês as empresas pagam 20% do salário para o INSS, 1% para o seguro de acidente de trabalho e 5,8% para empresas terceiras como Sesi, Senai e Sesc. Além de 8% para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Não é só o funcionário que tem custos, a empresa contratante também. Todo mês as empresas pagam 20% do salário para o INSS, 1% para o seguro de acidente de trabalho e 5,8% para empresas terceiras como Sesi, Senai e Sesc. Além de 8% para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
- MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI)
Para quem quer se freelancer é preciso prensar
antes da decisão. Quando se trabalha por conta própria, a pessoa não tem
benefícios, como plano de saúde, férias remuneradas e 13º salário. Por outro
lado, quem decide trabalhar como MEI tem algumas vantagens, entre elas a
possibilidade de tornar-se isento do IR, além de pagar apenas um pequeno valor
por mês como prestador de serviços. Este valor é destinado ao INSS e ao Imposto
sobre Serviços (ISS).
Outra vantagem deste tipo de contratação é que o contratado terá um registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilita pedido de empréstimos em bancos e emissão de notas fiscais. Já as empresas que contratam MEIs não precisam pagar nada além da quantia referente ao serviço prestado.
No entanto, para ser MEI é preciso exercer algumas das profissões previstas pelo Ministério do Trabalho e receber até R$ 60 mil por ano - cerca de R$ 5 mil por mês. Caso sua profissão não esteja na lista, você pode usar o Simples Nacional, e com esse regime tributário pagar 6% sobre os rendimentos. Já a empresa contratante não paga nada além do serviço.
Outra vantagem deste tipo de contratação é que o contratado terá um registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilita pedido de empréstimos em bancos e emissão de notas fiscais. Já as empresas que contratam MEIs não precisam pagar nada além da quantia referente ao serviço prestado.
No entanto, para ser MEI é preciso exercer algumas das profissões previstas pelo Ministério do Trabalho e receber até R$ 60 mil por ano - cerca de R$ 5 mil por mês. Caso sua profissão não esteja na lista, você pode usar o Simples Nacional, e com esse regime tributário pagar 6% sobre os rendimentos. Já a empresa contratante não paga nada além do serviço.
- AUTÔNOMO
Ser autônomo é a opção mais cara
para quem pretende ser freelancer. Neste regime tributário, a empregado precisa
pagar 11% sobre seus rendimentos para o INSS e o IR pela tabela progressiva.
Além disso também é preciso pagar todo mês 5% sobre a renda para o ISS.
Para as empresas que trabalham com autônomo também custa mais caro, se comparado ao MEI, já que elas precisam pagar 20% sobre o salário do contratado para o INSS.
Para as empresas que trabalham com autônomo também custa mais caro, se comparado ao MEI, já que elas precisam pagar 20% sobre o salário do contratado para o INSS.
sábado, 11 de junho de 2016
Confira 4 passos para você tornar a contabilidade estratégica e enfrentar a crise
Você já parou para
pensar que o seu escritório contábil pode ser muito mais do que apenas um
prestador de serviços contábeis? Você pode se diferenciar da sua concorrência e
se tornar uma empresa que atua na estratégia a nível gerencial dos clientes,
transformando-se em uma peça indispensável para o sucesso das suas empresas.
Confira agora 4 dicas para tornar a contabilidade estratégica para enfrentar a crise.
1 – Faça uma boa análise do
cenário econômico e alerte o cliente
Apesar
de algumas áreas não estarem com boas previsões para este ano, não são todas
que andam com todo esse pessimismo. Cabe ao profissional de contabilidade fazer
uma boa análise do cenário econômico e informar o seu cliente quais são (e
quais não são) bons investimentos a serem feitos. O cliente ficará muito mais
satisfeito ao ver que o profissional está trabalhando em prol de uma
contabilidade estratégica para ajudá-lo a enfrentar a crise e passar com
tranquilidade por esse período de turbulência.
2 – Ajude
o seu cliente a evitar ser multado desnecessariamente
Com o
cenário econômico se retraindo cada vez mais para enfrentar a crise, o governo
acabou fazendo algumas mudanças nas regras e datas de pagamento de alguns
tributos comuns para as empresas. Essas datas e regras podem variar muito de
acordo com cada ramo de atuação e se a empresa não estiver atenta pode acabar
tendo que pagar alguma multa que, na verdade, era totalmente desnecessária. O
profissional de contabilidade tem esse poder de programar os pagamentos desses
tributos para que sejam todos planejados e controlados.
3 – Auxiliando o cliente no
controle de gastos da empresa
Com a
economia em estado de retração, o acesso aos empréstimos junto aos bancos e a
circulação de dinheiro no mercado estarão em menor número, o que significa para
as empresas que é hora de controlar um pouco os gastos. Mas por onde começar? É
aí que entra o profissional com a sua contabilidade estratégica. É o contador
quem pode auxiliar analisando quais são os gastos que a empresa tem com a
produção do seu produto e se realmente é a hora de rever políticas de vendas,
preços, custos, etc.
4 –
Atenção ao fluxo de caixa
Como
anda a movimentação financeira da empresa? Nesses períodos de turbulência no
mercado, a atenção com o fluxo de caixa pode ser a chave para enfrentar a
crise. O profissional de contabilidade pode ajudar o gestor a ver com mais
clareza exatamente quanto a empresa tem gasto e no que, assim como quanto de
dinheiro está voltando para ela.
Com
essa análise é possível fazer um corte de custos — se for necessário — que
não afete demais a empresa e seus colaboradores. É a partir dessa atenção que o
gestor, junto do profissional contador, poderá ver como anda o capital de giro
da empresa e, principalmente, como está relacionado à inadimplência dos
clientes — que, em meio a uma crise como essa, pode acabar por corroer a
viabilidade do negócio.
Através
de uma contabilidade estratégica, o contador pode ser um grande aliado do seu
cliente na hora de enfrentar a crise. E você? Tem mais alguma dica de como a
contabilidade estratégica pode ser útil durante uma fase turbulenta na
economia? Deixe seu comentário e participe dessa conversa!
Assista ao video e aprenda a negociar serviços contábeis.
http://bit.ly/aprenda-a-negociar
Assista ao video e aprenda a negociar serviços contábeis.
http://bit.ly/aprenda-a-negociar
Contabilidade empresarial ou pessoa física, em qual se especializar?
O contador é peça fundamental para garantir a saúde financeira de
empresas e pessoas físicas. Com o aumento do controle e fiscalização da área
por parte do governo, aliado a um sistema tributário caro e complexo, esse
cenário exige que o contador tenha cada vez mais responsabilidades e
conhecimento técnico.
O que
no passado era uma tarefa operacional, hoje está muito mais ligado à gestão,
exigindo profissionais dinâmicos e com alto poder de análise. Com isso, duas
áreas de atuação ganham destaque e o profissional pode ficar em dúvida sobre em
qual delas se especializar: a contabilidade empresarial ou da pessoa física.
Saiba mais sobre as particularidades de cada uma.
Contabilidade empresarial
Essa é a área mais conhecida e atuante da contabilidade, e é
peça-chave para as organizações, em especial as de médio e grande porte. A
contabilidade empresarial ajuda o gestor na tomada de decisão, oferecendo
estudos que, em conjunto com o departamento financeiro, identificam o
desempenho da empresa colaborando no planejamento de investimentos ou controle
de gastos.
Dentro dessa especialização, o contador pode abrir o próprio
escritório ou atuar dentro de uma empresa. Grande parte dos formandos dos
cursos de contabilidade quer trabalhar em grandes corporações e, de fato, o
mercado está carente de bons profissionais — e o campo de atuação é bem vasto,
com destaque para as áreas de auditoria e controladoria. Isso desafia o
profissional a ter uma visão macro dos processos e atuar em conjunto com áreas
diversas que vão além do setor financeiro e permitem que o contador evolua cada
vez mais no seu trabalho, ajudando a organização a atingir suas metas.
Desenvolver-se dentro de uma empresa exige uma postura menos
técnica e mais analítica, e entender o negócio e o cenário em que está inserido
é indispensável. E isso vai além da graduação. Cursos de especialização, MBA,
vivência no exterior, fluência em línguas e experiências anteriores validam o
currículo desse profissional.
Contabilidade
da pessoa física
O conceito de contabilidade em si é descrito como a ciência que
estuda e interpreta o patrimônio de uma entidade, e essa pode ser física ou
jurídica. Logo, a contabilidade para pessoa física é uma área de especialização
bem importante na administração de grandes patrimônios. Bem menos usual que a
contabilidade empresarial, ela ajuda pessoas a gerirem sua vida financeira,
relacionando direitos e obrigações, mostrando a evolução do patrimônio e
indicando a alocação de recursos de investimentos.
Um contador especialista em pessoas físicas geralmente atua como
consultor e, como o contador empresarial, precisa se envolver no negócio do seu
cliente e conhecer todas as variáveis. Para atuar nessa área, o profissional
precisa estar ciente que seu campo de atuação será bem menor, mas, por outro lado, a pressão tende a diminuir na
mesma proporção. A maioria desses profissionais compõe sua carteira de clientes
mesclando pequenas empresas e pessoas físicas, justamente para diversificar e
aumentar seu negócio.
Independentemente da especialização, a contabilidade está em
destaque no Brasil, mas esse foco também traz um momento de importante reflexão
para o setor: as universidades precisam formar profissionais mais dinâmicos e
analíticos, que entreguem estudos de resultado tanto para empresas como para
pessoas físicas.
terça-feira, 7 de junho de 2016
Governo muda regras para analisar pedidos de seguro-desemprego
Objetivo é acelerar resposta para a concessão de benefícios, diz governo. Medidas passam a valer a partir da próxima semana, segundo órgão.
O Ministério do Trabalho mudou as regras para analisar pedidos de seguro-desemprego, com o
objetivo de acelerar o prazo de resposta para a concessão dos benefícios,
informou o órgão nesta segunda-feira (06). As medidas passam a valer a partir
da próxima semana.
·
Segundo o órgão, quem teve o pedido negado após o cruzamento de
dados e precisa entrar com recurso para rever a decisão poderá apresentar
provas documentais para análise. Os recursos negados poderão ser reanalisados
por pedido do trabalhador, sem precisar cadastrar novo recurso.
As regras também mudam para quem tem CNPJ ativo (que exercem atividade
empresarial). Se o autor do pedido for sócio de empresa no CNIS-PJ, mas alega
situação inversa, será aceito como confirmação a Certidão de Baixa de Inscrição
no CNPJ, que é emitida gratuitamente no site da Receita Federal.
"Confirmada a baixa da empresa, independente do ato ter ocorrido em
momento posterior à demissão, o recurso será deferido, atendidos aos demais
requisitos legais", diz o ministério do Trabalho em nota.
Quando o trabalhador for sócio de empresa não baixada no CNIS-PJ, mas
alega que saiu da sociedade, não recebe renda, possui participação ínfima nas
contas, ou nunca fez parte da entidade, deverá apresentar certidão emitida pela
Junta Comercial ou em cartório provando sua saída da sociedade para que o
pedido seja aceito, diz a nota.
As novas regras também criam critérios para o trabalhador que era
administrador, mas não sócio de empresa, ou alega que, mesmo sem informar à
Receita, a empresa teve falência decretada. Segundo o governo, se isso for
comprovado e atendidos os requisitos legais, o recurso será aceito, não
importando a data do recurso ou da falência da entidade.
As medidas foram conduzidas pela Defensoria
Pública da União, Controladoria-Geral da União, Advocacia-Geral da União e pelo
Controle Interno do Ministério do Trabalho.
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